
A gestão da TI em empresas de outros nichos exige muito mais do que domínio técnico — ela pede visão estratégica, disciplina operacional, sensibilidade política e, acima de tudo, constância. É um jogo de longo prazo, que envolve ciclos de diagnóstico, visibilidade, relacionamento, decisão e evolução contínua. O gestor que entende isso se torna um ativo raro: alguém que não só resolve problemas, mas antecipa desafios, promove integração entre áreas, posiciona a tecnologia como diferencial competitivo e inspira confiança em todos os níveis da organização. Nesse papel, a TI deixa de ser coadjuvante e passa a ser motor de transformação real.